Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil
Sim, é isso mesmo o que você acabou de ler aí no título deste artigo.
Antes de tudo, é preciso deixar claro: fã é todo aquele ser que chora por seu ídolo, que coleciona pastas e pastas com fotos de seu objeto de desejo, que tem seu quarto forrado de pôsteres do alvo de seu fanatismo (palavra que, não à toa, originou o termo “fan” ou “fã”, dando uma ‘abrasileirada’), que chora na porta de camarim, que passa dias e dias na fila, esperando o momento de entrar no local onde acontecerá o show de seu “amor não correspondido”. Ou seja, é o retrato nu e cru, despido de qualquer racionalidade, de um idiota.
Se você é daquelas pessoas que adora o seu ídolo de uma maneira eqüilibrada, que aprecia o seu trabalho quando o cara manda bem, mas reconhece as pisadas na bola e os vacilos, então você não é um fã, mas sim um admirador. Você simplesmente gosta da banda ou de quem quer que seja. Você não o ama, não chora por ele, não grita, não se desespera quando um pedido de autógrafo é recusado, não pensa em cortar os pulsos quando recebe a notícia que seu “amor” vai se casar com uma outra pessoa que não é você. Você não é um fã. Você não é um imbecil.
E a verdade precisa ser dita, mesmo que ela seja muito dolorida para quem está lendo este artigo neste exato momento: o artista também acha que o seu fã é um idiota.
Ele sabe que esse amor desmedido é uma bobagem, um transtorno hormonal muito comum em adolescentes – embora sejam freqüentes os casos de pessoas mais velhas se portanto como bobalhões (em caso de dúvida, vá até a porta de um hotel de luxo que esteja hospedando um artista internacional e veja com seus próprios olhos).
O artista quer que você compre o disco dele e vá aos shows, que demonstre explicitamente a sua devoção comprando a camiseta da turnê, a edição especial do CD que está sendo “trabalhado” na turnê, o chaveirinho, o imã de geladeira. Todo artista no fundo, pensa “me ame, me idolatre, compre todas as bugigangas que eu soltar no mercado, mas fique longe de mim”. Lamento, mas esta é a pura verdade.
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Quem realmente gostar de música, vai descobrir que, aos poucos, grupos como My Chemical Romance, Panic at the Disco e o próprio Fall Out Boy começam a levantar vôo para longe da gritaria histérica e da choradeira patética de seus fãs. Torço para estes grupos consigam o seu objetivo e que seus seguidores acompanhem tal desenvolvimento. Poucas coisas são piores que adultos trabalhando, pensando e agindo como crianças de quinze anos de idade.
A série mostra Merlin ainda novo, começando sua lealdade pelo tb jovem Arthur, ainda príncipe, numa era que o Cristianismo era novidade e a antiga religião, a magia, aos poucos ia sendo banida. Colin Morgan, jovem ator inglês, interpreta Merlin. Já Arthur, é interpretado por Bradley James (ma-ra-vi-lho-so). A sintonia dos dois em cena é fantástica. Comecei a ver a série sem grandes expectativas e acabei vendo todos os episodios da primeira temporada em um dia, de tão contagiante que é.
A série é ótima. A locação, a fotografia, diálogos e principalmente os atores, são de primeira linha! As ferramentas, arcos, linguagem usada, tudo na série, é perfeitamente de acordo com a Inglaterra medieval do século XII. Jonas Amrstrong deu vida à um dos mais carismáticos personagem folclóricos do mundo, de um jeito tão envolvente, que eu me vi várias vezes, gritando com o monitor, de tão ‘dentro’ da história q eu estava. Vale muito a pena baixar. A série é de 2006/2007. São duas temporadas apenas. Em 2008 não foi ao ar uma terceira temporada. Mas pediram tanto para a série voltar, que no meio de 2009 a nova temporada vai ao ar. 
Bom, e depois de varios eventos, videos, dedicatorias, quizz, trocentos brindes …vi o filme. E com o perdão da palavra, PUTA Q PAREO. Digo que superou todas as minhas expectativas. Tive lá minhas dúvidas em relação ao Robert. Mas tive vontade de levantar e bater palmas pra ele no final do filme. Ninguém poderia ser o Edward. Só ele. Ele foi tudo que o Edward é. Quando tinha q ser inseguro ele foi. Com aquelas falas rapidas e timidas. E quando tinha q ser o caçador, assassino, ele tb soube ser. Fiquei com medo de não ver minhas falas e cenas preferidas em cena. Mas estavam todas lá. Claro que o filme tem defetinhus, mas os acertos são tantos que vc até esquece que o efeito do Robert subindo na arvore com a Kristen tá horrenda. E o que é o Jackson como Jasper? Péssimo. E peloamordedeus, que brilho foi aquele quando o Edward vai ao sol? O homem tem q explodir em brilho gente!!! Enfim…Mas ver Peter Facinelli dando vida (ou morte) ao Carlisle perfeitamente, ver a cena da partida de Baseball fantásticamente produzida e a do estúdio de balé tb! E meu pai eterno, o que foi a cena do volvo no beco? Maravilhosa!!!
